Primeiro-ministro da Austrália diz que foi “chamado a fazer a obra de Deus”
28/04/2021 17:19 em Política

O primeiro-ministro da Austrália, Scott Morrison, disse que foi chamado para fazer a obra de Deus no governo, durante sua participação na conferência das Igrejas Cristãs Australianas (ACC, na sigla em inglês), vinculada às Assembleias de Deus.

Embora seus antecessores se familiarizassem com o cristianismo, Morrison é o primeiro evangélico a ocupar o cargo de primeiro-ministro no país.

Falando durante a conferência, realizada na semana passada em Gold Coast, na costa leste da Austrália, Morrison revelou que quando se tornou primeiro-ministro, foi aconselhado por seu pastor a “usar o que Deus colocou em suas mãos” e “fazer o que Deus colocou em seu coração”.

O premiê australiano disse também que ele e sua esposa, Jenny, estavam gratos pelas “orações e apoio” dos cristãos do país e compartilhou que ele tem usado oportunidades para orar pelas pessoas.

“Estive em centros de evacuação, onde as pessoas achavam que eu estava apenas dando um abraço nelas, mas eu estava orando e impondo minhas mãos sobre as pessoas”, diz Morrison, se referindo a uma visita à cidade de Kalbarri, afetada pelo ciclone Seroja.

“Creio que Deus tem nos usado nesses momentos para proporcionar algum alívio e conforto e um pouco de segurança”, acrescentou. “Somos chamados, todos nós, para um tempo e uma estação; e Deus quer que a gente use isso com sabedoria”.

Morrison continuou: “A cada dia que eu me levanto e sigo em frente, há apenas uma coisa que está na minha cabeça, que é: ‘quem sabe se não foi para um momento como este’ [que cheguei a esta posição]?”, em referência a Ester 4:14.

O vídeo da ministração, que foi transmitido pela Igreja Vineyard e distribuído pela Rationalist Society, mostra Morrison destacando a importância da comunidade e dos valores conservadores.

“Não se pode substituir comunidade por governos, mercado, por outras instituições; você não pode substituir a família, você não pode substituir o casamento, você não pode substituir as coisas que são tão pessoais e arraigadas, e saem de nós como indivíduos, por sistemas de poder ou sistemas de capital”, disse.

Fonte: Guiame

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